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Auxílio emergencial: Data do pagamento da segunda parcela pode sair ainda hoje

Onyx Lorenzoni afirmou que está estudando uma parceria com os Correios para aumentar os canais de atendimento

Onyx Lorenzoni, ministro da Cidadania, anunciou que espera divulgar até esta sexta-feira, 8 de maio,  as datas para pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial. Disse também que está discutindo uma parceria com os Correios para aumentar os canais de atendimento.

“Devemos provavelmente até amanhã, se tudo correr bem, poder anunciar o cronograma de pagamento da segunda parcela a partir da próxima semana” Onyx Lorenzoni

 

Afirmou o ministro nesta quinta-feira 7 de maio, na comissão mista que foi destinada para acompanhar as medidas de enfrentamento ao corona vírus.

Sobre o acordo com os Correios, anunciou que está próximo de ser divulgado e será voltado para pessoas que tem dificuldade com a tecnologia de cadastramento.

“Talvez até dê para anunciar hoje. Exatamente para ajudar as pessoas a fazer o cadastramento e revisar os dados que não ficaram corretos” Onyx Lorenzoni

 

Segundo ele, também estão desenvolvendo outros canais para “tratamento de casos específicos”.

Onyx disse ainda que hoje foi o primeiro dia que a Caixa relatou ausência de filas na maioria de suas agências. “Há filas em pontos residuais”, disse o ministro.

Quando questionado, Onyx afirmou que o aumento do período do auxílio emergencial está “nos horizontes” da pasta, mas que ainda não estava definido. “Estamos ainda vencendo a etapa da primeira parcela”, disse o ministro.

Liberação de recursos

De acordo com o ministro, há recursos suficientes para atender a todas solicitações de auxílio emergencial que ainda estão em análise. Ele disse que são R$ 41 bilhões que serão destinados ao pagamento da primeira parcela e cerca de R$ 36 bilhões já foram utilizados. “Devemos ter algo em torno de 7 a 8 milhões elegíveis e eles vão caber dentro desse dinheiro. Dá tranquilidade”, disse o ministro.

Sobre o projeto de lei 873, que aumenta o período do auxílio emergencial, disse que o presidente Jair Bolsonaro deverá sancionar o texto “o mais rápido possível”. A pasta concorda com duas alterações, que certamente serão sancionadas, disse o minstro.

Uma delas, inclui a mãe menor de idade, a outra coloca o pai chefe de família monoparental. Sobre a inclusão de outras categorias, o ministro só falou que a “maior parte” já está sendo abrangida pelos benefícios.

Em relação à governança do programa do auxílio emergencial, o secretário-executivo da pasta, Antônio José Barreto, anunciou que já foi fechado um acordo com a Controladoria-Geral da União (CGU) e outro acordo deve ser assinado com o Tribunal de Contas da União (TCU) nos próximos dias. “E tem um terceiro acordo com o Ministério da Justiça”, disse o secretário. Segundo Barreto, ainda deve ser feita uma portaria sobre o tema.

O ministro disse que, desde sexta-feira, estão distribuindo R$ 2,5 bilhões aos municípios, que podem decidir entre usar os recursos para aquisição de equipamentos de proteção individual para profissionais da assistência social, no reforço da alimentação de idosos ou no acolhimento de moradores de rua.

Falou também que ainda hoje devem será liberado outrosR$ 580 milhões para assistência social nos municípios.

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